Sinta-se beijado(a)

A língua é o único músculo que diz a que veio. Eu falo o que penso, eu conto o que vejo, eu compartilho o que gosto, eu exponho meu modo eu me mostro. É um espaço meu, seu, é universal assim como o Beijo! Fique a vontade e divirta-se!

9 de mai de 2013

Tourada ê!

"Mas que raios de assunto a Cau vai tratar com esse título?" Vocês devem estar se perguntando (ou não). Vou falar de uma vaca!

Não basta ser produtora, dj, atriz, agora acham que sou bandeira vermelha de tourada, ou alvo. Bom estou eu sábado a noite dançando com minha amiga Thayza, na festa que eu promovi com amigos, num sítio lindo, tudo lindo, quando uma cidadã sai correndo e se estrebucha numa roda de ferro que ficava ali decorando o local, estarrecida com a cena, não soube muito o que fazer, esperei a doida levantar, levantou e veio correndo na minha direção e disse um monte de coisas sem sentido, ignorei claro, com doido a gente tem que lidar assim, mas acho que a pancada foi forte, e foi mesmo, ela sangrava. Senti um medinho daquela figura fora da casinha e causando na minha festa, depois não satisfeita ela correu de novo e se estabacou num poste, porra e ainda conseguiu levantar pra cena 3 a seguir. Não sei o que essa pessoa sem noção consumiu, mas não bateu muito bem, enfim saí das vistas da maluca afim de me proteger, mas só se eu tivesse ido embora da minha própria balada pois a doida de pedra me achou, me viu e POWWWWW.
O touro quando vê a bandeira vermelha e é atiçado ele corre, mas corre até alcançar o seu objetivo, a bandeira ou o toureiro, o caso é que eu era a bandeira sem nenhum toureiro me manipulando, talvez Deus, mas ele não balançou nada, e o touro, ou melhor a vaca me acertou em cheio! A cena foi exatamente essa, uma mulher corre velozmente na minha direção e usa de freio a minha face, minha cara, meu rosto. Até agora eu não sei como meu nariz e dentes não foram quebrados, pois sinto dor até hoje, sem falar no belo hematoma na minha boca e um caroço que não desaparece. A vaca filha de uma p... me deu uma cabeçada no rosto, tipo MMA e eu só "esmudici" como diria a Dona Edith do Terça Insana e fiquei ali estatelada sem reagir. A louca ficou na minha frente pedindo desculpa e eu só consegui gritar: sai daqui cara...
A festa acabou naquela pancada, não tive reação, não falei, não ri (mas eu ri demais já contando isso, e ri muito escrevendo), nada, ali parada eu fiquei enquanto a imbecil nadava feliz da vida na piscina, e eu só pensava; morre desgraça, mas não morre não que vai dar muito trabalho pra gente da organização. :)

PS1: Não conheço essa vaca desgarrada, e não tenho nada contra a pessoa, só acho que gente sem noção devia ficar em casa.
PS2: Espero que as dores dela sejam bem maiores do que as minhas.

Eu vou fazer o quê? Eu vou matar? Não eu vou escrever que é pra poder instruir! Antes eu tivesse conseguido dar um olé heim?

Um comentário:

Marco Brozzo Fotógrafo disse...

kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
adorei o texto ! ótimo paralelo...
ri muito